Olha o celular a cada minuto. Espera, a menina espera.
Vamos lá, Flor, desfoca no gritar do criado mudo, na dor que sai da mente e vai caminhar.
Aproveita e veste o vestido de coração, aquele que pro chão você jogou. Calça a sapatilha de vida, aquela que chega a cortar o canto do pé mas que o cheiro de framboesa faz compensar tamanha dor. Leva o perdão na bolsa e não esquece de por do lado do celular que tu tanto observa.
Agora, voa! O céu já se abriu e a nuvem já te abraçou.
Adorei o teu blog! Vc escreve muito bem. Por favor, continue escrevendo! :]
ResponderExcluirMateus Gonçalves